Conheça o Juninho Talokudo, o maluco dos memes

E aí senhoras e senhores, tudo bem com vocês?
Quem me conhece sabe que eu AMO vídeos engraçados na internet, aliás se você não me segue no Instagram, meu perfil é @blogdonandico, lá eu sempre publico vídeos virais que vão te matar de rir.

Recentemente descobri um perfil de um cara engraçadissimo que viralizou com alguns de seus vídeos que passaram a circular em grupos do whatsapp. O nome dele é Juninho Talokudo (@Talokudo), Além de ser youtuber, o cara é ator e comediante há bastante tempo, dando vida a personagens como a Jujubinha, Joaninha Beyblade e Odete irmã de Gorete. Todos os personagens retratam acontecimentos do nosso cotidiano de forma sempre bem humorada.

O cara grava vídeos para o Youtube desde 2014 e acabou ganhando reconhecimento quando participou do programa Legendários (TV Record), após uma de suas paródias ter viralizado na internet, ele concorreu com outros comediantes no quadro “Canjica Show”, e acabou sendo aprovado por todos os jurados do programa ganhando o prêmio máximo.

OS 07 MELHORES PERFIS DE MKT DO INSTAGRAM

E aí, turma. Tudo bem com vocês!?

Se você não esteve fora do planeta ontem, deve ter sido uma das milhares de pessoas que teve problemas com o acesso no Instagram (assim como Facebook e Whatsapp). Aproveitando que voltamos as atividades, lembrei aqui que tinha um post em rascunho sobre alguns perfis de MKT digital que acompanho lá no IG (aproveita pra me seguir, meu perfil é @blogdonandico).

Cada um destes perfis possui um diferencial, seja no tipo de conteúdo ou nas dicas e informações sempre fresquinhas. O que todos eles tem em comum é o conteúdo direcionado para o público voltado para Social Media, Criatividade, marketing e comunicação digital.

01 – É Social Media Mas

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por É Social Media Mas (@esocialmediamas) em

(@esocialmediamas)

02 – Dicas Digitais

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Marketing e Mundo Digital (@dicasdigitais) em

(@dicasdigitais)

03 – Segredos da Audiência

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Samuel Pereira (@segredosdaaudiencia) em

(@segredosdaaudiencia)

04 – Viver De Blog

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Viver De Blog (@viverdeblog) em


(@viverdeblog)

05 – O Social Media

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por O Social Media (@osocialm) em


(@osocialm)

 

06 – O Melhor do MKT

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por André Damasceno Vendas Online (@omelhordomkt) em

(@omelhordomkt)

 

 

 

07 – Resultados Digitais

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Resultados Digitais (@resdigitais) em


(@resdigitais)





O que será que eu tenho que aprender com isso tudo?

As vezes a gente demora demais pra perceber que aquele redemoinho que vem se formando ao nosso redor há algum tempo é apenas um alerta: VOCÊ PRECISA APRENDER! TÁ NA HORA DE MUDAR! é isso. algumas fases da nossa vida em que parece que o karma e a lei de murphy e tudo mais que puder está direcionado com os holofotes pra gente nada mais é do que um momento de parar, refletir, absorver e aprender. quanto mais insistimos em não fazer essa pausa estratégica, mais a vida vai continuar confundindo tudo pra tentar chamar nossa atenção. sabe aquele hábito horrível que você vem cultivando há anos? aquela pessoa que você insiste em deixar por perto e que só intoxica seus dias? aquele emprego que custa toda a tua paz? sabe, tudo isso. a gente se acostuma com situações autodestrutivas, mas parece que chega uma hora em que a vida não aguenta mais. e faz de tudo pra que aquilo acabe. como se o universo quisesse expulsar aquele “objeto” estranho que está te travando e, não importa o quanto você queira segurá-lo ali, ele não pode ficar. se você percebe logo, porque fez rapidinho a pausa, reflexão, absorção e aprendizado, ufa, alívio imediato. mas a gente tem a mania de procrastinar até quando o assunto é nossa evolução pessoal. amadurecer não é fácil. exige mudança mesmo. e mudança significa sair da nossa zona de conforto. tudo isso é incomodo demais. mas não adianta, meu bem, dói menos arrancar a erva daninha enquanto ela ainda é pequena do que quando as raízes estiverem fortes e profundas. a única questão é, você está disposta? (Via: @isadoranaoentendenada)





[PAPO SÉRIO] O QUE PRECISA DE CURA É O ÓDIO

[PAPO SÉRIO] O QUE PRECISA DE CURA É O ÓDIO

01
No próximo dia 23 de Maio o o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma o julgamento que enquadra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero como crime. Para alguns, a medida é desnecessária ou exagerada, a julgar pela quantidade de problemas sociais a serem resolvidos em nosso país. E até seria, caso uma pessoa não fosse assassinada no Brasil a cada 16 horas por sua orientação sexual ou identidade de gênero.

A situação da comunidade LGBT nunca foi fácil, mas o que me parece é que nos últimos anos tornou-se terrivelmente pior. Preconceito, ignorância, discriminação e intolerância são os elementos explosivos que se perpetuam numa nação pra lá de conservadora. Tudo se agrava quando o país decide escolher um presidente abertamente homofóbico, aliás, a última de suas decisões mais infames foi a retirada do incentivo a turismo LGBT do plano nacional de turismo. Perde o turismo, perde a economia, reforça-se internacionalmente que o Brasil não é um lugar seguro para a diversidade (e realmente não é).

Hoje é dia 17 de Maio, data em que é celebrado o Dia Internacional da Luta contra a Homofobia. Soa um tanto irônico, a coincidência que 17 também é o número de campanha usado por Jair Bolsonaro, uma das figuras mais intolerantes e agressivas quando se trata da diversidade sexual. Aliás, ele é literalmente a personificação de uma pátria que pratica as maiores atrocidades quanto se trata de questões de gênero.

Ao menos 8.027 lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais (LGBTI) foram mortos em crimes de ódio motivados por homofobia entre 1963 e 2018, de acordo com relatório do Grupo Gay da Bahia. Em janeiro deste ano, a travesti Quelly da Silva foi assassinada por Caio Santos de Oliveira, tendo seu coração retirado e no lugar colocado a imagem de uma santa.

(link: AQUI)

Em dezembro de 2016, o jovem Itaberlly Lozano, de 17 anos, foi morto por ser gay, tendo o corpo carbonizado pela própria mãe, com a ajuda do padrasto.

(link: AQUI)

No começo do ano de 2016 um vídeo viralizou nas redes sociais, tratava-se do brutal assassinato da Travesti Dandara, que agredida com chutes e golpes de pau, sendo posteriormente apedrejada e morta a tiros no Ceará.

(Link: AQUI)

São casos cruéis, espalhados em lugares distantes uns dos outros, todos eles com um denominador comum: crimes de ódio motivado pela violência e intolerância contra pessoas LGBTs. Neste meio tempo a opinião pública se movimenta e encontra as mais fúteis desculpas para aliviar a barra de quem quer defender seu direito de ser preconceituoso. Surgem aí as justificativas mais generalistas possíveis, afirmações de que milhares de pessoas são assassinadas todos os anos, quando na verdade é impossível comparar situações diferentes quando se leva em consideração que não existe crime de ódio contra heterossexuais.

Falta empatia, falta respeito pela dignidade humana, faltam políticas sérias de enfrentamento à violência contra a diversidade. Sobra achismo e opinião desnecessária por parte de quem não sente na pele o que é ser LGBT. Testa aí na sua cidade: quantos lugares você frequenta em que travestis fazem parte da equipe de atendimento? Quantas empresas você conhece em que um gay ou uma lésbica ocupa posto de chefia? O debate é intenso e temos muito o que dialogar nos próximos anos. E para este dia, nada mais apropriado que esta frase dita pelo médico Dráuzio Varella.

02





Dos 15 aos 35

Pra começar, declaro que sou péssimo em fazer contas. Juro, sou mesmo… mas algumas contas a gente faz na prática, faz com corpo e alma sem ao menos calcular nada. E foi assim que fiz esta, que pra mim é uma das mais recentes se não a mais atual delas. Aliás, e que conta grande… tão grande que nem eu vi quantos números nela coube.

Noutro dia eu era um menino que já tateava a vida com poucas ideias e muita curiosidade. Me lembro que ao completar 15 anos eu ainda morava em Caxias (no Maranhão), e nesta data tão emblemática ganhei inclusive um par de sandálias de borracha, este então era o único (e máximo) presente que Dona Dudu conseguia me ofertar naquele momento.

Mas passou muito tempo e muitas coisas desde então aconteceram. Dona Dudu se foi e aqui estou aos trinta e cinco e tal. Se eu colocar nessa conta o que rolou de lá pra cá, mal consigo pensar em tantos números. Numericamente eu até penso que a gente nem cresce tanto assim, mas em história a coisa muda de figura. 15, 25 e de repente 35: mas já? Como assim Fernando? Alguém me explica como em tanto tempo veio tanta coragem? Tanta bravura? Cê não vai me dizer que na casa dos 20 a gente para de miar e passa a rugir? Ah vá…

Logicamente NÃO! Eu apenas ensaio algumas coisas, porque muitas delas a gente só aprende no final de todas essas contas malucas que a vida nos ensina. Mas se aos 35 você me permitir explicar algumas coisas eu posso lhe dizer que:
– Com o tempo tudo tende a melhorar (por mais que lhe digam o contrário disto);
– O “amor-próprio”, assim como respeito e autoestima passam a ser companhias constantes (se assim você permitir);
– Algumas situações parecem insuportavelmente complicadas, mas nada que paciência e determinação não resolvam;
– Pessoas vão ficar pra trás (isso não depende de mim ou de você), porém, muita gente nova aparece, e assim novas histórias se iniciam;
– O que as pessoas pensam sobre você é apenas responsabilidade e problema delas, não seu;
– Independente dos afagos e sorrisos alheios, você sempre será sua maior e melhor companhia, por isso esteja sempre bem consigo mesmo e com aconchego do seu universo particular (e mental);
– Aprenda a fazer contas pq afinal zero vezes zero sempre será ZERO… Eu sei, é clichê mas em algum tempo você vai aprender na prática sobre isso;
Assim segue a matemática da vida, cheia de muitas contas e histórias.

Inacreditavelmente improváveis até que se prove o contrário.





Eu Fernando, Jornalista sim senhor!

De um modo ou outro, o Jornalismo sempre esteve presente dentre as profissões que admirei ainda durante a minha infância. A televisão como canal de comunicação e difusão de informações está intimamente ligada a vida de nosso povo.
Eu ainda era muito pequeno quando assistia o Cid Moreira ao lado de Sérgio Chapelin, atuando como âncoras do Jornal Nacional. As matérias sempre aclamadas de inigualável Glória Maria.
O tempo passou, escolhi o curso de comunicação social como formação acadêmica. Percebi então que o jornalismo estende suas ramificações para uma infinidade de áreas que vão além de um apresentador ou repórter que aparece na tv da sala de nossas casas.
Foram longos anos de muita leitura, muita atividade prática até que eu pudesse responder a seguinte pergunta:
– Você é formado?
– Sim, sou JORNALISTA!
Num país onde as pessoas atacam diariamente os veículos de comunicação por não lhes presentear somente com notícias que agradem seus anseios pessoais, muita gente desconhece o quanto a gente rala pra se tornar Jornalista. Estuda-se psicologia, filosofia, ciências políticas, sociologia, história da arte, rádio e tv, economia, comunicação digital, ética e tantas outras coisas que eu sequer posso citar todas.
Acredito que todo Jornalista tem alma destemida e sede de conhecimento. Ser Jornalista tornou-se em minha história mais que uma profissão, é uma militância política diária. Que não se confunda com a política partidária presente no regime democrático de nosso país.
Militância sim, mas da transformação do conhecimento em ações afirmativas que tragam um mínimo de respeito e defesa de minorias (algumas das quais faço parte). Me empenho para que o jornalismo continue sendo agente de mudanças positivas em nossas realidades cotidianas.


Photo on VisualHunt.com





De repente: pós graduação

E aí, turma. Tudo bem com vocês!?

Sabe aquela sensação de GRATIDÃO pelas pequenas/grandes conquistas da vida? Pois é… Tive um sábado pleno, daqueles que a gente entra em sensação de êxtase. Ainda durante minha infância, sempre gostei de ler em escrever. Lembro de quando o prof. André tomou meu livro “Anedotinhas do Bichinho da Maça” (muito provavelmente eu estava prestando mais atenção no livro do que na aula). Na adolescência por um longo período frequentei a biblioteca “Farol do Saber” (durante o período que morei na cidade de Caxias – MA). Nesta época me dei conta do quanto era apaixonado pela mitologia greco-romana.

Em diferentes momentos da minha história de vida, percebo que leitura e escrita sempre estiveram conectados aos meus hobbies e vida escolar. O que eu não esperava é que o que era prazer acabou se tornando profissão. A escolha de cursar Jornalismo aconteceu meio por acaso, até então uni o útil ao agradável (já que em 2011 comecei a trabalhar na @saltodigital e tornou-se conveniente agregar as atividades na área de assessoria de comunicação a este curso acadêmico).

O curso Comunicação Social veio e com ele a transformação dos meus conhecimentos. A desconstrução de alguns paradigmas e o aprendizado de centenas de informações ao longo do tempo. No entanto, conhecimento nunca é o bastante. Terminei o curso e as perspectivas de crescimento pessoal e profissional só aumentaram. Acabei percebendo que apenas a graduação era pouca coisa diante das minhas metas um tanto ousadas, o que me impulsionou a ingressar no curso de pós graduação.

Pode ser que pareça para algumas pessoas que este tipo de conquista não seja nada de sobrenatural, porém, uma enxurrada de recordações invadiram minha mente depois deste final de semana. Confesso que fujo de postura vitimista (porque além de consumir energia mental não leva ninguém a lugar algum), mas acabo lembrando de algumas situações bem difíceis, como por exemplo o fato de não ter sequer material escolar básico pra levar às aulas durante o período que cursei a sétima série.

Que bom que a fase de provações e dificuldade agora faz parte de um passado distante. Agora é fase de crescimento, de aprendizado. O meu futuro será marcado por realizações profissionais grandiosas e conquistas infinitas. Estou imerso nos últimos anos num estado mental de positividade que me leva a atitudes libertadoras, a conquistar tudo aquilo que desejo.