E quando a saudade vem sem avisar?

E aí turma, tudo bem com vocês!?

Saudade é uma coisa complicada de lidar, não é!? Tem uma música do Fagner que diz: “Saudade já tem nome de mulher, Só pra fazer do homem o que bem quer…”. Ontem meu tio João me enviou um vídeo pelo whatsapp daqueles que dá um nó na garganta e não tem como segurar a lágrima.  Trata-se de um vídeo de minha mãe que eu desconhecia. Me dei conta de quanto tempo passou após seu desencarne quando me toquei que sequer lembrava do seu tom de voz ou da maneira como ela falava.

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Este ano completou 11 anos que ela partiu, mesmo com todas as atribuições da rotina diária por vezes bate aquela saudade da companhia, do simples fato de estar pertinho, de receber carinho, da maneira que só ela sabia preparar comida… A gente acaba menosprezando o quanto o tempo é importante, sequer percebe como ele passa rápido diante dos nossos olhos.

Se hoje eu pudesse sugerir algo a vocês que me leem seria: AME SUA MÃE! Com todos os defeitos e limitações, jamais deixe de aproveitar cada segundo ao lado dela. Nem todas as relações entre Mãe/Filho(a) são um mar de rosas, mas se existe algo que eu posso dizer categoricamente é que quando elas precisam ir para o plano maior da vida, nada nem ninguém neste mundo é capaz de substituir sua ausência.

Dona Consuêlo, você foi a MELHOR! Serei eternamente grato por tudo. <3

#PapoSério – Celebrar a vida, isso sim é inteligente

E aí turma, tudo bem com vocês!?

Em ocasiões como esta de hoje (feriado) me permito refletir sobre uma série de contradições no pensamento e comportamento humano. A começar pelo simples fato de estagnar a “marcha cotidiana” para celebrar a morte. Sim porque dia de finados ao meu ver nada mais é do que o dia em que se homenageia aqueles que já morreram.

Longe de mim, querer afrontar ou desfazer das crenças alheias, mas tempos modernos requerem atitudes e pensamento modernos. Existe coisa mais retrógrada que acender velas por alguém que já morreu? Desculpem minha criticidade extrema, mas transformar alguém que já se foi em “santo” é algo que vai contra minha inteligência. Até porque além de tudo é um dia onde reina a hipocrisia.

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Quantas e quantas situações nos fazem abusar do respeito, confiança, amizade alheia, seja através de pensamentos, atos e palavras, para que depois da morte coloquemos essas pessoas em pedestais de ouro como se nada tivesse acontecido? Convenhamos que lembrar de alguém querido que já desencarnou deve ser algo cotidiano.

Sábio mesmo foi Renato Russo que profetizou o amor ao próximo como se não houvesse amanhã. Isso sim é válido e importante. Visitar cemitério, comprar flores, rezar por quem já virou pó nada mais é que cinismo pagão. Em síntese, enquanto a maioria vai aproveitar o dia hoje pra fazer isso eu vou cheirar, beijar, abraçar e VIVER com quem está comigo. Pensem nisso!

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