Conheça “Love Story”, uma fã da saga Cleyto e Priscilla

E aí turma, tudo bem com vocês!?

Eis que depois do meme #Diferentona o ano de 2016 nos surpreende com outra novidade. Descobri lá na rede social dos ‘textões’ (mais conhecida como facebook), trata-se de uma espécie de storyboard caseira, em que uma espécie de novela é contada ‘quadro a quadro’. A historinha que leva o título “love story” (extraída da fanpage He-Mana) tem uma sacada de humor GLBT irresistível e já possui cerca de 2000 mil compartilhamentos. Confira:

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Conheça as bonecas realistas criadas pelo artista russo Michael Zajkov

E aí turma, tudo bem com vocês!?

Confesso que já vi bonecas de diferentes tipos, tamanhos e estilos, mas nenhuma delas chega aos pés do incrível trabalho produzidas por Michael Zajkov (@michael_zajkov). O artista russo fabrica bonecas extremamente realistas, vestidos com roupas de época e com rostos tão naturais que parecem ter vida própria.

Zajkov é pós-graduado pela Universidade Estadual de Kuban, na Rússia. Entre os anos de 2010 e 2013, trabalhou produzindo fantoches para um teatro. Seu trabalho repercutiu mundialmente em 2013, quando apresentou cinco de suas criações no “Bonecas de arte” expo em Moscou. Para a produção das bonecas extremamente realistas, Zajkov usa cabelos importados da França e olhos de vidro, que são pintadas à mão na Alemanha.

Conheça mais sobre o trabalho Michael Zajkov:

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(Com informações: Demilked)

Conheça Jimmy Choo, o cão que virou a sensação na internet e no mundo da moda

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Seria apenas mais uma história de amor que não deu certo, não fosse o desfecho tão inesperado. Após o término do relacionamento, a ex-mulher do publicitário Rafael Mantesso (@rafaelmantesso) levou basicamente tudo que o casal construiu durante o casamento: itens de cozinha, móveis, fotografias, porcelanas, quadros, etc.

Entretanto, sobraram além das lembranças, o pequeno cachorro criado pelo casal, um bull terrier chamado “Jimmy Choo”. “Ao lado do meu melhor amigo Jimmy, vendo as paredes nuas, veio a inspiração. Me dei a tarefa de fotografar o quanto ele era feliz se divertindo em nosso apartamento. Quando Jimmy deitou alegremente perto de uma das paredes, peguei uma caneta marca-texto, desenhei todo um novo mundo ao seu redor, e percebi que o desejo latente de desenhar despertava em meu interior“. — comenta Rafael.

Para dar a volta por cima e esquecer o término da relação, Rafael espantou a melancolia e redescobriu o prazer de desenhar, usando seu traço para transformar seu parceiro inseparável em modelo para fotos bem-humoradas, cheias de referências pop e clicadas com estilo despojado e inconfundível. Nelas, Jimmy pode fazer qualquer coisa: pratica surfe, vira equilibrista, contracena com estrelas de cinema, transforma-se num perigoso tubarão e até no Super-Homem.

As imagens foram parar no Instagram e conquistaram milhares de fãs no mundo inteiro, entre eles o ator americano Ashton Kutcher (@aplusk), que divulgou as fotos. Em pouco tempo, Rafael Mantesso e Jimmy Choo se transformaram em astros, despertando a atenção de veículos estrangeiros como The Huffington Post, USA Today eDaily Mail — foram, inclusive, matéria de capa no britânico The Times. O simpático bull terrier inspirou uma linha de produtos criados pela grife de acessórios Jimmy Choo.

Para adquirir o livor do cão que virou a sensação na internet e no mundo da moda, basta clicar AQUI.

[PAPO SÉRIO] Afinal, quem é essa tal de Inês Brasil!?

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“Por que uma mulher baixa, promíscua e vulgar merece tanta atenção? Por que vocês acham graça e repercutem idéias de uma figura tão grotesca?”. Quem tá chegando agora e esbarra na imagem da Inês, realmente não tem muito subsídio pra achá-la positiva. Mas quem se deu ao trabalho de ir um pouco além, sabe que a análise sobre ela é mais complexa.
Mulher, negra, periférica, sem nenhuma instrução acadêmica e facilmente confundida com uma travesti, Inês Brasil é o tipo de indivíduo que tinha tudo pra dar errado. É um caldeirão de minorias que são marginalizadas na nossa sociedade medíocre.
Carrega nas costas os preconceitos sofridos por todas as classes citadas acima, e que mesmo indiretamente, se identificam com ela. Logo, falar da Inês e do que ela se tornou também é falar de representatividade.
Quando apareceu na comunidade virtual (com um vídeo de inscrição pra reality show), era só mais uma personagem apelativa, das quais nascem e morrem todos os dias. Ver alguém quase nu pregando princípios religiosos, realmente soa como uma caricatura, uma piada: um personagem. Mas com o passar do tempo, a gente foi vendo que não era bem assim.
Depois de vários vídeos que reforçavam a ideia de que ela era algo programado, foi submetida a um quadro onde os protagonistas sofrem uma série de ataques gratuitos e propositais, sem saber que estão sendo gravados (Telegrama Legal).
Falando especificamente sobre ele, 90% dos “testados” realizam exatamente o mesmo ciclo: ultraje, desestabilidade emocional e descontrole, até que a “brincadeira” é revelada. Os que escolhem não partir pra agressão não podem ser considerados “animais indefesos se debatendo”.
Quase todos, ao se verem destratados, se tornam agressivos. Mas ela não. Pra surpresa de muitos, se manteve fiel aos princípios que seu suposto personagem pregava: compreensão e amor ao próximo (aliás, não é sobre isso que falam a maioria das religiões?). O que nos levou a concluir que ela não era um personagem.
Sim, essa união cômica entre o sagrado e o profano, essa máquina fabricante de pérolas intermináveis é de verdade. Foi a partir daí que uma grande parcela das pessoas, mesmo que inconscientemente, passou a admirá-la.
É admirada pelo talento musical divergente que tem? Claro que não. É admirada por difundir a vulgaridade andando seminua e falando baixarias? Obviamente não. A singularidade da Inês é encontrada na forma divertida, cômica, e principalmente autêntica, que ela encara a vida. Vida essa que tinha tudo pra ser um poço de amargura.
Desafio qualquer um a se prostituir por 18 anos, em um país e cultura que não são os seus, chegando a “trabalhar” até 20 horas por dia (como ela afirma em uma entrevista). O sexo se torna tão banal que você provavelmente veria o corpo humano como uma peça de carne coberta por tecidos (quando vestido).
E a sua relação com o mundo? Certamente perderia um punhado de parâmetros sociais quando o assunto fosse pudor. Origem muito provável da sua hipersexualização. Que inclusive, feita com muita consciência (quem acompanha, sabe que ela é ciente do desconforto que causa, mas exibe o corpo como um troféu).
Por não possuir formação intelectual, muitas vezes não tem suporte pra construção de argumentos consistentes. Daí inferir que ela porta distúrbios mentais é muita prepotência. Sabemos que não é na inteligência que ela agrega.
É aplaudida, sim, simplesmente pela genialidade de ser, sem a pretensão de ser. É adorada por ser real. Quem já foi em algum show, sabe que ela não é tratada como boba da corte, e sim como rainha. Por que?
Sabe aquele parente querido, que resolve se aventurar no ramo artístico, e você, mesmo sabendo que ele possa não possuir tanto talento, apoia só por saber que é importante pra ele? Pois é.
O fato é que a Inês já é querida por muitos de nós, e apesar da carne “não pura”, possui um coração que certamente é. Não conseguir enxergar que ela tem bem mais a oferecer que um par de próteses e um arsenal de bordões, é muita limitação. (Via: Paulo Dendê)

Este post é especial para sua amiga que se acha #Diferentona

E aí turma, tudo bem com vocês!?

O ano passado foi marcado pelas “Falsianes”, “Bads” e por quem fez #PapelDeTrouxa. E quem disse que 2016 não tem meme? Mal começou o ano e a zoeira da internet já nos presenteia com uma novidade: A DIFERENTONA. Sabe aquele amigo(a) que se acha melhor que todo mundo? Que quer sempre ser a ultima bolacha do pacote ou saber mais que todo mundo!? Pois é, agora temos uma definição especial pra ele… hahaha

Quer saber o que a galera do twitter tá achando disso?

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E aí!? Faltou algum tipo de amiga “Diferentona”? Responde aí nos comentários ;)