VIOLÊNCIA LGBT – QUEM SE IMPORTA?

E aí, turma. Tudo bem com vocês!?

No dia 17 de maio é celebrado o Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia. Em decorrência desta data a UNI7 realizou um seminário intitulado VIOLÊNCIA LGBT – QUEM SE IMPORTA?

Idealizado pela professora Lirian Mascarenhas e produzido pelos alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Design Gráfico, a atividade foi bastante enriquecedora e contou com a presença de Jack de Carvalho (Assessor da vereadora Larissa Gaspar), além do professor Helio Leitão e ainda de Amanda Fellix, Travesti e Estudante de Ciências Sociais na Universidade Estadual do Ceará.

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Dá uma conferida no texto de abertura do evento:

Pedradas, facadas, pauladas… A golpes lentos e dolorosos, estima-se que a cada 28 horas um homossexual morre de forma violenta no Brasil. Ao contrário do que pensa o senso, ser homossexual não é fruto de uma escolha, o que é diferente de escolher  agredir ou matar um ser humano. Este infelizmente é um assunto debatido há longos séculos.

A história do Brasil nos conta sobre a perseguição do índio maranhense tupinambá Tibira, que segundo historiadores, foi brutalmente morto por franceses com uma bala de canhão em 1614 em decorrência de sua homossexualidade. E com o passar do tempo vemos diariamente a homofobia ser internalizada e se transformar num problema sistêmico.

“Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é?”, e assim, em tom de brincadeira a violência é personificada de forma sutil, a ponto de mal ser percebida. Mas, até que ponto você discriminaria um ser humano por conta de sua orientação sexual? Não temos liberdade de controlar o outro pelos seus desejos íntimos. Muito menos devemos nos sentir ameaçados quando o desejo do outro não se iguala ao nosso. A sexualidade humana não precisa ser (e não é) binária.

A homofobia (ou as homofobias), ou a “homo-lesbo-transfobia” é um fenômeno bastante complexo que não deve ter como resposta somente sua criminalização. O Enfrentamento deste processo se faz necessário com políticas educacionais de qualidade. Heterossexualidade e Homossexualidade não são orientações antagônicas, uma convivência harmoniosa e pacífica é possível.

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