Quando é hora de uma Rainha partir…

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Em certos momentos da vida, nosso coração se esforça para não se tornar aquele tipo de criança teimosa, que tampa os ouvidos e canta “la la la” quando é repreendida pelos pais, o meu insiste em ficar assim hoje.
Recebi a notícia da morte dessa que considero uma das maiores interpretes que o cenário forrozeiro já teve: Eliza Clívia. Aos que não a conhecera, digo que foi vocalista dos tempos áureos da banda Cavaleiros do Forró. Ouso ainda a dizer que ela fez parte da minha vida de uma forma que nunca poderei contá-la.

Eliza gentilmente emprestou sua voz e seu enorme talento para dezenas de canções que marcaram a vida de muitas pessoas, inclusive a minha. “Minha Carregada” foi capaz de me distrair durante uma grande desilusão amorosa com versos que eu jamais serei capaz de esquecer.
Graças a ela (e ao seu trabalho na ‘Cavaleiros’), conquistei grandes amizades, dentre estas, ganhei um irmão que estará sempre comigo para sempre, o Rivaldo Rocha.

Alias, com o Riva eu sempre brincava dizendo que após tomar banho, enrolava minha toalha na cabeça e dublava a música “Mar de Doçura” em frente ao ventilador. Mas e agora, como vou ter coragem de ouvir essa música sem me lembrar da doce Eliza?
Sim, Eliza se foi, vitimada por um triste acidente de trânsito. Ao mesmo tempo digo que ela estará sempre entre nós, graças ao seu talento e a história inapagável que ela escreveu com seu trabalho.
Fique em paz, Eliza, sentiremos saudades…

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