Que tal uma dose de detox para as ideias?

Selecionando uma faixa na playlist maravilhosa do #Spotify (isso mesmo caros coleguinhas, finalmente me rendi aos encantos da musica via streaming), senti um alívio na alma em não precisar de televisão para me distrair após um intenso dia de trabalho.
Não que eu ache que não vale a pena ver TV a noite, se você é viciado em novelas então o encorajo a ir fundo. É que além de me trazer uma inexplicável sensação de bem estar, ouvir música não me deixa tenso ou furioso como ao saber que o governo pretende privatizar Aeroportos e a Eletrobras ou que um adolescente indisciplinado (indisciplinado fica por conta da minha gentileza para que não tenha que tratá-lo como o ser asqueroso que é) por um motivo injustificável deu um soco na cara de sua professora.
No meio de toda essa conclusão, me dei conta de que com um pouquinho de esforço a gente se poupa de certas coisas. Aliás, muitas coisas. Já parou pra refletir que desde o começo do dia, os telejornais em boa parte de suas notícias só abordam tragédia e desgraça? Não que eu ache que o mundo seja tão somente isso, mas definitivamente ando bem sem vontade de me abastecer de noticias ruins.
Faz as contas aí na sua casa se tiver interesse e tempo: assista a algum telejornal (em qualquer canal e o que mais lhe agradar), experimente contar quantas notícias foram anunciadas e quais delas são boas no seu ponto de vista.
Mas e aí, Fernandinho. Vou ficar desatualizado só por que tem notícias ruins nos noticiários? Bom, tenho quase certeza que não. Numa era em que a grande maioria nós tem um smartphone em mãos com acesso a internet, ninguém precisa consumir sua cota diária televisiva de tragédia para estar bem informado.
A questão vai muito além disto tudo. Já parou pra pensar a quem interessa que determinadas notícias vão ao ar? A quem elas podem beneficiar (ou atrapalhar)? A que tipo de interesse secundário elas interessam? Psicoses e teorias conspiratórias a parte, ando bem preocupado com meu estado de humor e padrão vibratório mental pra me encharcar dia após dia com conteúdos que não me acrescentam em absolutamente em nada.
Ah! Antes que eu me esqueça, a playlist a qual me referi logo acima se chama “laidback acoustic“. Quando estiver enjoado(a) de todo esse clima denso em que estamos mergulhados, aconselho que ouça e relaxe. Vale a pena!
open-your-mind

(Imagem: Reprodução)

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